Exposição de Frida Kahlo no CCB

Como esta mexicana é, desde há alguns anos para cá, também um ícone Pop, lá fomos nós e mais não sei quantas famílias monoparentais, mestrados e doutorados, designers e webdesigners, turistas de mochila e turistas de trolley, enfim, todos aqueles que criticam a classe média por andarem sempre em multidões, e acabam também metidos em procissões.
Bem feita para mim que me choquei por ver quase uma centena de pessoas na fila para comprar Pastéis de Belém e acabei numa fila bem maior!
Como a companhia era boa e os putos de quase 4 meses e quase dez se portaram mesmo bem acabámos por chegar à exposição muito bem dispostos e sem neura nenhuma para ver os quadros.
Verdade se diga que a exposição nem é muito grande, nem é especialmente inovadora. Dos quadros emblemáticos que toda a gente conhece só lá estão seis ou sete, ou seja, ficam de fora imensas outras obras exemplares da pintora.
De qualquer forma, é emocionante poder ver ao vivo quadros que eu tanto admiro há anos e anos. E, como não podia deixar de ser, são muito mais pequenos do que aquilo que eu tinha imaginado.
Quem quiser saber mais sobre a pintora vale mesmo a pena ler alguns livros que estão editados em português: "Diego e Frida" de Le Clézio e "Frida Kahlo Uma vida" de Rauda Jamis. Porque de fora do âmbito da exposição ficam numerosos dados interessantes sobre a sua vida.
Num futuro a longo prazo fica marcada uma viagem ao México, até à sua Casa Azul.
2 Comentários:
Apesar de todas pequenas coisas negativas que apontaste a esta exposição, gostava de ter a oportunidade de a ver. Sou também admiradora da obra desta mulher de garra.
Acrescento mais um livrito sobre a senhora: Kahlo, de uma autora que agora não me lembro do nome, da editora Taschen.
E claro, que tem tiver oportunidade não perca também o filme Frida, onde a Selma Hawk encarna Frida de forma soberba.
Nani
Também tenho esse. É fixe!
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